Santo Antônio ... Guardo os seus sorrisos de hoje para os lembrar amanhã na caixinha do meu coração... E sim por eles tudo, sempre e onde for preciso, mesmo com saudades do pó, do São João da feira de verão e do Sol imenso que me abafava a respiração ... Isso e outras coisas que se guardam na memória do ser, e que no intervalo das searas e das papoilas, nos definem mais e pesam mais na verdade do momento.
sábado, 18 de junho de 2016
Arraiais da vida
Nunca tive jeito para arraiais, bandeiras e manjericos. São coisas da vida, adoro Lisboa , mas Lisboa não me comprou a alma e os santos populares destas bandas nunca foram para mim, mais do que uma boa noite de amigos ... Talvez seja pelo meu pé pesado ou pelo facto de apesar de muito longe em distância me sentir de alma alentejana ... Prefiro um bom bailarico sem sardinha ou com a sardinha a distância 😄, um bom pôr do sol ou uma noite rock de oitenta. Mas os filhos trazem nos destas coisas, fazem-nos novos, fazem-nos velhos e assim, aqui estou eu a fazer-me amiga de i
Santo Antônio ... Guardo os seus sorrisos de hoje para os lembrar amanhã na caixinha do meu coração... E sim por eles tudo, sempre e onde for preciso, mesmo com saudades do pó, do São João da feira de verão e do Sol imenso que me abafava a respiração ... Isso e outras coisas que se guardam na memória do ser, e que no intervalo das searas e das papoilas, nos definem mais e pesam mais na verdade do momento.
Santo Antônio ... Guardo os seus sorrisos de hoje para os lembrar amanhã na caixinha do meu coração... E sim por eles tudo, sempre e onde for preciso, mesmo com saudades do pó, do São João da feira de verão e do Sol imenso que me abafava a respiração ... Isso e outras coisas que se guardam na memória do ser, e que no intervalo das searas e das papoilas, nos definem mais e pesam mais na verdade do momento.
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