Lisboa...
Se os barcos que aqui passaram planearam encher a costa do ácido doce de limões lacrimejantes, ou aqui deixaram amaras e grutas, não levaram o azul do mar. Deixaram nas suas costas rochas, corais e búzios cantantes, ornamentos fenicios, artes de pintar o Amanha como se fosse hoje... Canções são modos falar, e de entender. São luzes que salpicam o mar, que ternurento deixa descansar as gentes que sobre este Dormem sem sobressalto.
Daqui a vista são 180 graus de pequenos salpicos, e ainda assim o mar esta calmo.
Os romanos, esqueceram-se de nos deixar as notas. E as pautas e as arpas... E nos tivemos que aprender o nosso fado, erguer a nossa bandeira e arrumar as caravelas, ser grandes sendo pequenos e triunfar com o suor da mãos e os golos do coração.
Tudo aqui parece um presépio, em oração, escarpado e esculpido na rudeza da pedra, mas um presépio cheio de calma e ainda assim pleno de vida. Viver e aprender. "Porque quando a culpa é virtude o padecer á glória", disse São João de brito
Daqui a vista são 180 graus de pequenos salpicos, e ainda assim o mar esta calmo.
Os romanos, esqueceram-se de nos deixar as notas. E as pautas e as arpas... E nos tivemos que aprender o nosso fado, erguer a nossa bandeira e arrumar as caravelas, ser grandes sendo pequenos e triunfar com o suor da mãos e os golos do coração.
Tudo aqui parece um presépio, em oração, escarpado e esculpido na rudeza da pedra, mas um presépio cheio de calma e ainda assim pleno de vida. Viver e aprender. "Porque quando a culpa é virtude o padecer á glória", disse São João de brito
