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sábado, 26 de janeiro de 2019

Meu querido@amor

Meu querido...

Amar não é fácil e menos fácil é ainda manter e fazer crescer o Amor por alguém. Estes últimos meses, por causa de factores externos às vezes sinto que posso estar demasiado longe ou triste em pensamento, mas também aprendi o que nunca quero ser ou o caminho que não quero escolher ...Porque somos dois mas só podemos sê-lo depois de saber que somos inteiros na nossa individualidade. Por vezes esta interfere em detrimento dos dois, prejudica ou afasta a cumplicidade, mas somos nós que através da partilha dos momentos apreendemos a amar mais ser um só, sendo dois. 

Ou te amo muito e cada dia aprendo a fazê-lo de forma mais profunda e completa ou estou estou enganada a 18 anos.... não estou, eu sei. És a luz da minha vida e o meu muro, a minha rocha e o meu companheiro de tudo e de sempre. É muito bom estar contigo e estar connosco porque o mundo parece menos assustador, menos trémulo e menos cruel. Hoje não é dia nenhum foi só dia de te escrever.

Por favor não te esqueças nunca de me entender e de tentar tornar mais forte ainda o que temos os dois...eu vou estar sempre contigo o melhor que puder em todos os momentos...

Obrigada por estares comigo, eu sei que estás, mesmo que por vezes pareças longe porque a vida é mesmo assim.Um beijo





sábado, 18 de junho de 2016

Arraiais da vida

Nunca tive jeito para arraiais, bandeiras e manjericos. São coisas da vida, adoro Lisboa , mas Lisboa não me comprou a alma e os santos populares destas bandas nunca foram para mim, mais do que uma boa noite de amigos ... Talvez seja pelo meu pé pesado ou pelo facto de apesar de muito longe em distância me sentir de alma alentejana ... Prefiro um bom bailarico sem sardinha ou com a sardinha a distância 😄, um bom pôr do sol ou uma noite rock de oitenta. Mas os filhos trazem nos destas coisas, fazem-nos novos, fazem-nos velhos e assim, aqui estou eu a fazer-me amiga de i

Santo Antônio ... Guardo os seus sorrisos de hoje para  os lembrar amanhã na caixinha do meu coração... E sim por eles tudo, sempre e onde for preciso, mesmo com saudades do pó, do São João da feira de verão e do Sol imenso que me abafava a respiração ... Isso e outras coisas que se guardam na memória do ser, e que no intervalo das searas e das papoilas, nos definem mais e pesam mais na verdade do momento.